Vitória\ES
|
AMOR
À VIDA! ABORTO, NÃO! PARTE
I
A
Federação Espírita Brasileira, representante máximo do movimento espírita
nacional, promove uma campanha permanente em favor da vida, cujo slogan
é: “EM DEFESA DA VIDA”. Por conta disso, luta incessantemente contra
todas as tentativas de se legalizar atos ignominiosos como a pena de
morte, a eutanásia e o aborto, dentre outros que atentem contra a vida
humana
A razão desta luta é muito simples; a vida é dom divino que se
perde na poeira dos tempos e que, de modo algum, encontra-se acrisolada
nos estreitos limites da vida carnal, posto que precede e sucede a vida
como singelamente a concebemos (nascimento à morte). Fiquemos hoje com
a questão do aborto, este fetocídio qualificado.
O aborto é dos crimes mais bárbaros atribuídos à inteligência
humana. Durante muito tempo, principalmente com o florescer do feminismo
(que no bojo de conquistas justas, trouxe a mancha dos excessos, dos
despautérios) vingaram argumentos ignaros e levianos, sendo que os principais,
sempre foram: “A MULHER É DONA DE SEU PRÓPRIO CORPO”; “O FETO NÃO PODE
AINDA SER CONSIDERADO UM SER HUMANO”.
Frágeis, tais argumentos não teriam mesmo como enfrentar o tempo,
que vem a ser o melhor instrumento da verdade.
Antes de enfrentarmos a questão sobre a propriedade que a mulher
postula sobre seu próprio corpo (que impedisse então o fenômeno morte,
ou as doenças), vamos nos debruçar sobre questão mais essencial: O EMBRIÃO
É UM SER HUMANO OU É UMA “COISA”? Na terminologia jurídica, nascituro vem a ser O SER HUMANO JÁ CONCEBIDO, CUJO NASCIMENTO SE ESPERA COMO FATO FUTURO CERTO. Portanto, para o mundo jurídico, o embrião é tratado como um ser humano, tanto que o Código Civil, por diversas vezes, incluiu-o em suas estipulações legais:
= O NASCITURO TÊM PREVISÃO DE DIREITOS
(artigo 4º)
= O NASCITURO PODE SER ADOTADO (artigo
372);
= O NASCITURO PODE SER OBJETO DE CURATELA
(artigo 462); = PODE-SE DOAR AO NASCITURO (artigo 1.169);
E o mundo científico, que diz?
= COM A FECUNDAÇÃO A CARGA GENÉTICA JÁ SE DIFERENCIA EM RELAÇÃO AOS PAIS;
“O
desenvolvimento do nascituro, em qualquer dos estágios - zigoto,
mórula, blástula, pré-embrião, embrião e feto - representa apenas
um continuum do mesmo ser que não se modificará depois do nascimento,
mas apenas cumprirá as etapas posteriores de desenvolvimento, passando
de criança a adolescente, e de adolescente a adulto” (Silmara J.A. Chinelato - Professora de Direito Civil e Direito Autoral
da USP). = “O OVO ENCERRA UM SER HUMANO COMPLETO, MAS ISSO NÃO É REPASSADO AO PÚBLICO” (Dr. Nathanson)
Um filme, feito pelo Dr.
Nathanson, mostra a luta desesperada do feto para livrar-se da cureta,
mostrando inclusive que, nesse momento, o batimento cardíaco do feto
passa de 140 para 200, enquanto é perseguido até à morte.
Aliás, vale aqui uma nota interessante sobre o Dr. Nathanson:
Dito cidadão foi um dos baluartes dos aborteiros. Não havia seminário,
palestra, ou passeata em que seu nome não fosse citado (quase à idolatria)
pelos levianos defensores do aborto como inquestionável pesquisador,
cujas estatísticas eram irrefutáveis. Pois bem, o referido Doutor, cujos
abortos praticados certamente lhe garantiriam toneladas de carne fetal,
talvez por imposição da consciência, e após o vídeo aqui citado (onde
constatou o terror estampado nas ação do feto para livrar-se do “aspirador”
que lhe despedaçava o frágil corpo), numa demonstração de força íntima
abriu o jogo e relatou, dentre outros horrores praticados pelos aborteiros,
que as estatísticas a respeito de morte de mulheres que praticam aborto
clandestino são forjadas (para mais, muito mais) para forçar a opinião
pública a posicionar-se favoravelmente ao aborto.
Portanto, nem a ciência, nem o mundo jurídico ratificam as
ações dos aborteiros. Somente o egoísmo extremado, o orgulho insensato,
uma frieza pusilânime é que fundamentam o aborto. Continuaremos o assunto.
Muito Obrigado pela atenção!
AMOR
À VIDA! ABORTO, NÃO!
PARTE II
Como dito no artigo anterior, um dos argumentos ainda muito utilizados
pelos praticantes do aborto, é o de que o corpo pertence à mulher, sendo
que dele ela pode dispor livremente.
Em que pese ser eticamente questionável tal argumento, de fato,
pode (pode mas moralmente não deve) a mulher dispor livremente de seu
corpo. Assim, pode ela feri-lo à vontade, retalhá-lo com gilete e depois
embebedá-lo em álcool; pode extrair todo o sangue, até à morte; pode
martirizá-lo como lhe aprouver, ou, pode guarnecê-lo terna e respeitosamente,
enfim, como lhe aprouver.
Só têm um problema; o ser humano que está recebendo um corpo
carnal, e que nela habita, nunca, em momento algum, nem no primeiro
átimo da concepção, é apêndice do corpo da mãe. Em verdade, trata-se
de uma individualidade, cuja carga genética se diferencia da do pai
e da mãe no momento da concepção.
Assim, o que temos é um mesmo ser em diversos estágios diferentes.
Portanto, quando a mãe, ou outra pessoa qualquer, mata o filho, esteja
ele em que estágio estiver - zigoto,
mórula, blástula, pré-embrião, embrião, feto, recém-nascido, infante,
adolescente, jovem ou adulto,
estará sempre, SEMPRE, matando o mesmo ser. A única diferença que se
pode considerar, é o grau de resistência que a mãe ou o aborteiro por
ela contratado pode enfrentar, posto que certamente, um homem, no vigor
da juventude, certamente será mais difícil de ser exterminado do que
um embrião, emparedado no calor do útero materno, cujos imensos olhos
não poderão ser vistos, nem os espasmos faciais apreciados.
Encerrando de vez quaisquer dúvidas que ainda restem sobre ser
o filho gerado no ventre um ser completamente independente, e não um
apêndice da mãe, como querem os movimentos feministas levianos, os
levianos, é de se ressaltar, como bem lembrou a Dra. Marília Siqueira,
ginecologista que palestrou na Faculdade de Direito da USP, a famosa
“Largo São Francisco”, desde o momento da concepção, os anticorpos produzidos
pela mãe, trabalham para EXPULSAR O CORPO ESTRANHO. Como o ovo
precisa de proteção para sua implantação, dá-se um choque antigênico
nas entranhas da mulher, que cria uma barreira na altura da placenta,
impedindo deste modo a expulsão do ser em formação.
Ademais, se a mulher está dispondo do próprio corpo, como
se explica que, ao praticar o aborto, o que se lhe retira é um outro
corpo, no caso, o corpo do filho? Seguindo adiante, aproveitaremos a oportunidade para ponderar sobre alguns outros sofismas que costumam freqüentar a mente daqueles que são favoráveis à prática de tal barbárie.
- MILHARES DE MULHERES MORREM EM RAZÃO
DE ABORTOS CLANDESTINOS:
Como já dissemos no
artigo anterior, as estatísticas referentes à mortes nessas condições
são manipuladas, para forçar a opinião pública a ficar favorável ao
aborto. Aliás, se os aborteiros estão tão preocupados com a saúde da mulher, porque não fazem passeatas, simpósios, pressões no Estado para que este atenda com maior eficácia as mulheres que sofrem, em estado gravídico, da tal Eclâmpsia (ou eclampsia) que vem a ser uma espécie de convulsão que promove alterações na pressão sanguínea nos estágios finais da gravidez, e de tamanha virulência, que, segundo estatísticas de 1997, matou 73% das mulheres grávidas acometidas deste mal, enquanto que o aborto (clandestino ou não, porque mesmo em hospital a mulher que promove um aborto corre risco de vida, em razão do órgão uterino ser delicado) foi responsável por 9,8% da mortalidade materna. Por quê??? Alguém, por favor me responda!
- LIVRE ESCOLHA (FREE CHOICE):
Confirmado que o nascituro é um ser independente, seu direito
à vida é condicionante, ou seja, todos os outros direitos, das outras
pessoas, estão condicionados a este. Logo, a mulher pode até ter livre
escolha, como deve ter, aliás todo ser humano deve ter livre escolha,
mas com respeito ao próximo. Afinal, livre escolha para namorar, transar,
casar, separar, usar batom, etc.., não significa livre escolha para
matar. Já pensaram, que bagunça: Você me atrapalha; PUM! vou matá-lo. Portanto, o que se vê é uma infindável lista de argumentos, todos demasiadamente frágeis e que só servem para anestesiar nossas consciências ante o mal horroroso que estamos praticando, não só aqueles que promovem o aborto, mas os omissos; afinal, deixar de promover o bem, é um mal. Continuaremos o assunto, muito obrigado pela atenção. Enviado por e-mail |