Vitória\ES
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A Educação e o Amor Tanayu Toda religião que tem por finalidade melhorar o homem, é digna aos olhos de Deus. E a religião, para que modifique o homem, tem que ser sedimentada no amor, na compreensão e na fé raciocinada; não no medo, na perseguição e no castigo. Deus, criando o livre-arbítrio criou condições iguais para todos, portanto maior ou menor sofrimento é decorrência do bom uso ou do mau uso desse livre-arbítrio. O homem é pois na grande maioria dos casos o artífice de seus próprios infortúnios. Pela nossa imaturidade espiritual, e pela nossa própria acomodação, sempre nos é mais fácil nos situarmos como vítimas, esquecendo-nos de que o sucesso ou insucesso das situações que vivemos são conseqüência de nossos posicionamentos passados e mesmo atuais. Muitas vezes somos pegos pela nossa conformação pacífica de aceitação das dificuldades. Em muitas situações, preferimos achar que sofremos pelos erros passados e que não podemos modificar esses carmas. No entanto nos esquecemos que a nossa edificação futura será fruto de nosso presente e de como podemos nos libertar. “Muito lhe foi perdoado porque muito amou”, disse Jesus. Se não podemos modificar fatos e acontecimentos passados que hoje nos cobram lágrimas, podemos amenizar a nossa estrada futura voltando os nossos sentimentos para um trabalho abrangente em favor de irmãos que estão em situação pior que a nossa. Podemos transformar ações, abrindo o nosso coração, alterando para melhor o teor das nossas vibrações, conquistando dessa forma harmonia e simpatia daqueles que apreenderam a nos querer bem. Psicografada por Malu Cestari |