Vitória\ES
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| De: Aureci Figueiredo Martins [aurecifm@portoweb.com.br]
Caridade... Para o faminto – é o prato de sopa. Para o triste – é a palavra consoladora.. Para o mau – é a paciência com que nos compete ajudá-lo. Para o desesperado – é o auxílio do coração. Para o ignorante – é o ensino despretensioso. Para o ingrato – é o esquecimento. Para o enfermo – é a visita pessoal. Para o estudante – é o concurso do aprendizado. Para a criança – é a proteção construtiva. Para o velho – é o braço irmão. Para o inimigo – é o silêncio. Para o amigo – é o estímulo. Para o transviado – é o entendimento. Para o orgulhoso – é a humildade. Para o colérico – é a calma. Para o preguiçoso - é o trabalho sem imposição. Para o impulsivo – é a serenidade. Para o leviano – é a tolerância. Para o maledicente – é o comentário bondoso. Para o deserdado da Terra – é a expressão de carinho. Caridade é amor, em manifestação incessante e crescente. É o sol de mil faces, brilhando para todos, é o gênio de mil mãos, ajudando, indistintamente, na obra do bem, onde quer que se encontre, entre justos e injustos, bons e maus, felizes e infelizes, porque, onde estiver o Espírito do Senhor, aí se derrama a claridade constante dela, a benefício do mundo inteiro. Emmanuel (Psicografia de Francisco Cândido Xavier) |