SIMPLICIDADE E PUREZA DE CORAÇÃO
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DEFINIÇÃO:
*SIMPLICIDADE é: ausência de complicação, de pretensão;
qualidade de caráter – ser sincero; franqueza , pureza, candura,
ausência de luxo e de sofisticação.
*PUREZA é: condição, estado ou qualidade do que é puro fisicamente; que não tem mistura nem impureza; virtude do que não tem maldade, nem malícia; candura; retidão; sinceridade; virgindade; castidade.
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*No princípio por determinação Divina JESUS assume a missão
de gerenciar a formação da Terra e habitá-la; pela manipulação
dos elementos químicos e metais disponíveis no fluido vital –
o qual preenche todo o universo; tem se a formação inicialmente
dos minerais e pelas mesmas leis físicas e químicas, surgem após
os bilhões de anos os seres vivos, os vegetais e os animais, cuja análise
química de seus componentes nos revela serem compostos dos mesmos elementos,
e que germinaram em vários pontos, simultaneamente, como casais de cada
espécie para que a reprodução também se fizesse
de forma mais evoluída. Ao perguntarem à Chico Xavier, se nasceria
homens em laboratório Ele afirma que em mais ou menos quatrocentos anos
os cientistas teriam construído um útero capaz de substituir a
mulher, com o objetivo de poupar a mulher da gestação e parto.
Exemplo: no suco da uva, não há vinho, nem álcool, mas apenas água e açúcar; quando a uva amadurece e sofre o processo da fermentação há uma nova combinação dos elementos químicos e então surge o álcool.
*Princípio Vital - Ainda de forma indefinida e inapreensível há um princípio especial que é o vital, ativo no ser vivo e extinto no ser morto, que dá à substância propriedades que a distinguem das substancias inorgânicas. Verificamos em decorrência desta química que os animais e aí inclui o homem não se diferenciam quanto a sua composição e representam produtos da mesma evolução.
*E estando pronto o corpo humano para abrigar o princípio inteligente, ocorre a GÊNESE ESPIRITUAL.
Partindo da premissa que *“todo efeito tem uma causa,
todo efeito inteligente tem uma causa inteligente”, começa a estabelecer
a idéia maior da presença de DEUS, criando os espíritos,
como seres simples e ignorantes, com igual aptidão para desenvolver a
inteligência e individualmente progredir pelas suas atividades materiais
e intelectuais, com o objetivo de atingir o máximo da perfeição
com seus esforços pessoais, e, sendo filhos do mesmo Pai, são
objetos de igual solicitude, não havendo nenhum mais favorecido ou melhor
dotado do que os outros, nem dispensados do trabalho imposto aos demais para
atingirem a meta.
E no grau evolutivo em que nos encontramos não nos é dado conhecer
mais porque nos é inútil ou prejudicial ou porque não dispomos
da inteligência necessária para o entendimento.
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Sendo o corpo humano o objeto e instrumento de trabalho do processo evolutivo
do Espírito, a medida que este Espírito evolui, seu corpo torna-se
mais perfeito e melhoram seus sentidos e adquirem novos recursos adequados as
suas novas moradias, assim é o próprio espírito que modela
o seu corpo com o seu progresso intelectual, moral e espiritual. *O espírito
é um ser indefinido e abstrato que necessita de um corpo intermediário
como um envoltório, denominado de Perispírito, retirado do fluído
cósmico universal para ele se colocar em íntima relação
com o seu novo corpo – este processo é chamado de Encarnação.
Durante a encarnação forma-se um cordão fluídico,
ligando o espírito ao corpo e que na medida que desenvolve o feto moldado
pelo perispírito que vai se unindo molécula por molécula
e célula por célula, este vai se encurtando ao mesmo tempo. Paralelamente
ocorre um processo de perturbação mental do espírito com
gradativa perda da consciência de si próprio, de forma que ele
jamais presencia o seu nascimento, apesar de estar incorporado. Esta maneira
de ser permite o nascimento de uma criança sem memória de sua
ou suas vidas passadas sem perder as faculdade, as qualidades e as aptidões
anteriormente adquiridas que lhe ajudarão a fazer mais e melhor do que
antes nesta nova encarnação.
*Os espíritos na sua origem não tem mais
que uma existência instintiva e possuem apenas a consciência de
si mesmo e de seus atos. Sua inteligência se desenvolve gradativamente
e assim na primeira encarnação é como se fosse do estado
da infância na existência corpórea; sua inteligência
apenas desabrocha. Os selvagens são almas em estado de infância
relativa, mas que já progrediram pois tem paixões, o que indica
desenvolvimento, mas não indica perfeição. *A vida do espírito
no seu conjunto tem todas as fases do encarnado, percorre desde o embrião,
infância, pré-adolescente, adolescente, adulto jovem, adulto e
idoso, com a diferença de não haver para o espírito a decrepitude
como ocorre na vida corporal, ele é eterno.
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Através das encarnações sucessivas o espírito evolui-se
e esta evolução independe do tempo que permanece encarnado, podendo
desencarnar precocemente mesmo sendo mais evoluído que seus pais ou irmãos.
*Quando ocorre o desencarne precoce não se trata de superioridade ou
de isenção das provas que deve suportar, mas pode ser complemento
de uma existência interrompida antes do seu tempo, pode ser uma prova
ou uma expiação para os pais. E sempre haverá uma nova
existência par ao processo evolutivo.
*Como aceitar a justiça Divina com uma só
existência?, Como aceitar que uma só encarnação decidirá
nosso encaminhamento para o Céu ou para o Inferno?, O que ocorre com
os que desencarnam prematuramente?, julga-los inocentes não é
racional porque freqüentemente se vêem crianças dotadas dos
piores instintos em idades impróprias para a ação da educação,
diríamos que agem pelo instinto da astúcia, da perfídia,
para o roubo e homicídio, independentemente dos bons exemplos dados pelos
que com ela convivem. Mas de onde vem estes instintos diferentes em crianças
criadas em condições iguais de ambiente, educação
e exemplos – é decorrente do seu grau evolutivo, e assim as crianças
sofrem as conseqüências não por seus atos de crianças,
mas por aqueles de suas existências anteriores.
*Há a considerar que o processo reencarnatório estabelece entre
os espíritos laços que se perpetuam sucessivamente para o desenvolvimento
da fraternidade, corrigindo o orgulho, a vaidade e o egoísmo através
da diversidade das encarnações.
Importante considerar, que estamos na Terra que é uma Escola para superar
nossa ignorância espiritual e nosso atraso moral, desfrutando os benefícios
do esquecimento temporário que nos permitem superar paixões e
fixações que precipitaram nossas quedas em vidas anteriores, e
exercer benéfica influência em favor dos aprendizes que chegam
a Terra pela porta da reencarnação, porque *é no estágio
infantil do corpo que o espírito tem seus instintos, e o seu verdadeiro
caráter está latente e é muito sensível às
impressões que colhe no contato com os adultos; daí a necessidade
da iniciação religiosa em base de escolaridade, desde a mais tenra
infância.
O tema em questão, nos traz reflexões em
decorrência do despertamento que o Consolador prometido por JESUS nos
revela – O Espiritismo. *JESUS falou muito através de parábolas
por conta de sua consciência da diversidade dos graus de evolução
intelectual, moral e espiritual do povo de sua época, JESUS também
sabia que a *felicidade na Terra estaria condicionada a superação
das imperfeições e dos apegos às paixões e vícios,
e condicionava a felicidade terrestre à posse do necessário no
aspecto material, a consciência tranqüila e a fé no futuro
no aspecto moral.
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JESUS, ainda disse *“Não é o que entra na boca que enlameia
o homem, mas o que sai da boca do homem”. O que sai da boca parte do coração,
e é o que torna o homem impuro; porque é do coração
que partem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios,
as fornicações, os furtos, os falsos testemunhos, as blasfêmias
e as maledicências, estão aí as coisas que tornam o homem
impuro.
JESUS, chamava a atenção para o fato de ser
mais fácil viver do externo que efetuar a verdadeira reforma íntima,
porque representava reformar-se moralmente, e isto exigia renúncia de
posse, exigia um caráter que configurasse a ética e a moral como
princípio de conduta e para isto era preciso desenvolver a religiosidade
na nossa vida para que pudéssemos chegar a DEUS. Portanto ,*não
basta ter as aparências da pureza, é preciso antes de tudo ter
a pureza do coração. Esta luta entre o bem e o mal, nós
vemos no dia a dia, seja na televisão, nos livros e nos cinemas, cujos
personagens conseguem os seus objetivos quando dotados de sentimento puros e
elevados, exemplos: He-Man, Hobin Hood, Indiana Jones na busca da Arca Perdida,
Frodo do filme Senhor dos Anéis, etc. Citar o exemplo da plantação
de mamão?.
Para isto *é necessário o exercício das melhores atitudes
– desapegos, tolerância, indulgência, perdão e Caridade
na expressão maior do Amor a DEUS, e se ainda não alcançamos
é por conta dos nossos vários graus de apegos. (São Mateus,
cap. V, v. 8 e no ESE, cap. VIII, de 1 a 4), JESUS: *“Bem-aventurados
aqueles que têm puro o coração, porque verão a DEUS.
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No Evangelho (São Marcos, cap. X, v. de 13 a 16 e no ESE, cap. VIII,
de 1 a 4), JESUS nos fala *“Deixai vir a mim as criancinhas, e não
as impeçais; porque o reino dos céus é para aqueles que
se lhes assemelham. Eu vos digo em verdade todo aquele que não receber
o reino de DEUS como uma criança, nele não entrará. E as
tendo abraçado, as abençoou, impondo-lhes as mãos”.
JESUS ao se referir “Deixai vir a mim as criancinhas”
o fazia por serem as crianças os seres de perfeita pureza por conta do
esquecimento do pretérito por parte dos espíritos, o que não
quer dizer que se trata de espírito evoluído, mas para aqueles
que se lhes assemelham, pois não é este o caso dos espíritos
que reencarnam neste orbe terrestre há milênios de anos. *Na verdade
JESUS referia-se aos homens carentes, frágeis e viciosos, almas que gravitam
nos círculos inferiores, para que viessem até ele e aos seus ensinamentos
para que pudessem fazer o aprendizado das Leis de DEUS. A infância simbolizava
esta pureza e simplicidade e é nesta fase que se pode auxiliar os espíritos.
É nesta fase que também a criança precisa de cuidados delicados,
que só a ternura maternal pode lhe dar, e essa ternura cresce com a fraqueza
e a ingenuidade da criança, o que não ocorreria se esta criança
revelasse nos seus traços infantis um caráter viril e as idéias
de um adulto.
JESUS, nos mostra que a pureza do coração é inseparável
da simplicidade e da humildade e exclui todo pensamento de egoísmo e
de orgulho; por isso, ELE toma a infância por emblema dessa pureza, como
a tomou para o da humildade.
Este aprendizado fará com que os homens sejam reconhecidos
pela pureza de seus corações, e segundo um poeta persa: “Aquele
que, consciente de sua força, e em permanecendo humilde, esse será
o homem do futuro”.
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É verdade que em todo processo de aprendizado funciona o *Livre Arbítrio,
(faculdade que tem o indivíduo de determinar a sua própria conduta
e entre duas ou mais razões suficientes de querer ou de agir, escolher
uma delas e fazer que prevaleça sobre as outras).
*Quando negamos o livre arbítrio podemos estar em três situações
filosóficas, a saber: o fatalismo, a predestinação e o
determinismo.
No fatalismo há uma causas sobrenatural que previamente
fixa os fatos.
Na predestinação a causa Divina determina desde o início
o que vai ser bom ou o que vai ser mau. Ir para o Céu ou Inferno está
antecipadamente determinado por DEUS. Ambas eliminam o mérito e o demérito.
Onde está a justiça Divina?
No determinismo, suas ações são influenciadas por uma série de fatores ambientais, como raça, caráter, clima, solo, meio social, educação, religiosidade, regime alimentar, sexo, saúde e etc. de forma que o sentimento de liberdade não passa de uma ilusão.
O que temos que considerar é que em todo ser espiritual há uma
força íntima e pessoal que transcende a tudo isto: nosso “eu”
espiritual, que é o ser moral ou alma. *A dificuldade para conhecer o
bem e o cansaço da permanência no mal, a necessidade de afeições
e o tédio das companhias inferiores, representam padecimentos enormes
para muitos, porque é viver sem esperança, conservando o desencanto
de viver.
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*Orgulho – Sentimento de prazer, de satisfação sobre algo
que é vista como alta honra; atitude moral ou psíquica que afasta
o indivíduo de práticas desonestas ou desonrosas; sentimento egoísta,
excesso de amor próprio, arrogância, soberba, prepotência,
vaidade, insolência.
Este sentimento é próprio do nosso nível de evolução, e, nós como educadores dos que adentram o nosso Lar pela reencarnação temos que considerar que para sermos bom mestre, não é preciso fazer seguidores ou discípulos, nem mesmo possuir cortejos ou comitivas, mas simplesmente fazer com que cada ser descubra em si mesmo o seu próprio guia. Freqüentemente encontramos indivíduos que tentam cuidar de nosso desenvolvimento espiritual sem respeitar os limites da nossa compreensão e percepção da vida – Censuradores Morais, seres incapazes de compreender as dificuldades alheias, pois não entendem que cada alma apenas pode amadurecer de acordo com o grau de desenvolvimento de seu potencial interno.
*Como combater o orgulho? Através do desenvolvimento da humildade e da bondade. A humildade é desenvolvida no silêncio na discrição do atendimento as pessoas que buscam auxilio de todas as formas, no desprendimento da doação de algo que possa ser útil, doação de seu tempo a uma instituição, varrer o centro espírita, fazer parte de grupos de visitação aos doentes, ser amigo de todas as horas no fazer e no ouvir. Desapegar-se das conquista externas para conquistar a si mesmo, cultivando a simplicidade, a modéstia, a submissão às leis de DEUS. *A bondade é uma daquelas virtudes singelas e profundas ao mesmo tempo, isto é, temos facilidade para entender e certa dificuldade para realizá-la objetivamente, por conta de nossas imperfeições, e que a maneira de desenvolve-la, é vivenciá-la vinte e quatro horas por dia, todos os dias, nos pensamentos, nas palavras, no olhar e nas atitudes, conselheiro nas dúvidas, a magnanimidade no perdão, a doçura nas palavras, a complacência no olhar e a caridade nas atitudes. E depois que o ser humano experimentar o elixir da bondade, ele jamais desejará retornar aos degraus da intemperança mental.
*JESUS, jamais impôs cobranças para o crescimento das almas; ensinou-nos
o caminho para a serenidade e harmonia, para entrarmos em comunhão com
“DEUS em Nós”, deixando que a natureza agisse no comportamento
humano, porque entendia ele que o progresso é irreversível e que
“nunca amadureceremos enquanto delegarmos a terceiros à determinarem
nossas escolhas”.
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*Egoísmo – Amor exagerado aos próprios valores e interesses
a despeito dos de outrem; paixão humana fundamental, que consiste na
submissão do dever ao interesse particular em detrimento da obediência
à lei moral; atitude ética em que só visa o próprio
interesse em detrimento do próximo.
O egoísta é o cidadão que atravessa
a vida física num estado de espírito predominantemente pessoal
e comodista, administrando exclusivamente seu próprio mundo. Trata-se
de manifestação inferior da vida animal. Porém, toda alma
do Universo tem como objetivo desenvolver o Amor, no sentido Fraterno/Universal.
*Daí a necessidade do Homem amar a si primeiro. É egoísmo,
porém, inspirado no Amor de DEUS que está latente em toda a sua
obra. É este egoísmo inicial que faz o homem concentrar em si
mesmo para o seu auto conhecimento, porém, torna-se patológico
(doente) se insistir em manter-se fechado em si mesmo quando cessa sua função
criativa. Buscai na consciência as Leis de DEUS!
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*Como combater o egoísmo? Através da prática do Altruísmo,
desenvolvendo os sentimentos superiores que se originam na razão e no
discernimento, firmeza ante os objetivos morais a serem conquistados, eliminando
ciúmes ou disputa que possam ferir susceptibilidades ou causar ressentimentos,
tratando a todos como gostaríamos que nos tratassem.
CONVITE À PUREZA
"Bem-aventurados os que têm puro o coração, porque verão a Deus." (Mateus: 5-8.)
Não importa quem foste, o que fizeste, quais os
teus equívocos e erros. O peso dos desregramentos constitui já
punição para aqueles que o conduzem.
A condição de devedor representa marca indelével impressa
na consciência a surgir hoje ou depois, não permanecendo, porém,
oculta, por mais se deseje ignorá-la. Face a isso, compreensível
recomeçar com ardente desejo de aproveitar o capital do tempo no comércio
da oportunidade, como investimento de bênção pela própria
redenção.
Todos guardamos cicatrizes decorrentes de feridas morais, quando não
as trazemos ainda purulentas sob disfarces bem cuidados.
Ninguém avança pelo caminho do progresso moral sem o contributo
das experiências que decorrem do sofrimento, das lições
dos erros, das matrizes muitas vezes dolorosas da criminalidade...
Pureza, portanto, hoje. Mais do que aparência, legítima constituição
íntima de propósitos materializando atos renovadores.
Pureza na ação e no pensamento.
Há conspiração generalizada contra o estado de inocência
que não significa ignorância do mal, porém superação
dele.
Toda comunicação atual vazada na técnica corruptora se
estriba nas torpezas morais, reduzindo o homem aos feixes dos instintos grosseiros
e às sensações animalizantes, em detrimento dos dínamos
poderosos da razão e da emoção superior.
Todavia, mediante o culto vigoroso do Evangelho, faz-se imperioso o retorno
à pureza para a conquista da paz.
Maria de Magdala, embora os equívocos sucessivos, após conhecer
Jesus passou a cultivar a pureza e tornou-se um símbolo da vitória
da razão sobre a paixão.
Saulo fanatizado, depois de ações cruéis, sintonizou com
o Cristo e se purificou mediante a autodoação total, ampliando
na Terra os horizontes do Cristianismo.
Ninguém te exigirá documentação sobre o passado
próximo. Reinicia, agora, o teu programa de pureza e considera o conceito
sublime do Mestre, no Sermão da Montanha: "Bem-aventurados os que
têm puro o coração, porque verão a Deus", deixando-te
comover e conduzir pela pureza a fim de haurires plenitude de paz.
Joanna de Ângelis
Do Livro: Convites da Vida
Psicografia: Divaldo Pereira Franco
Editora: LEAL
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B i b l i o g r a f i a
Oliveira,Lúcio-Deixai vir a mim as criancinhas, ESE, cap. VIII item 1
a 4, www.celd.org.br
Pinheiro,Jailton-Deixai vir a mim as criancinhas, ESE, cap. VIII item 19, www.celd.org.br
Cruz, Oswaldo-Deixai vir a mim as criancinhas, ESE, cap. VIII , www.celd.org.br
CVDEE-A Criança e Características, www.cvvdee.org.br
Kardec,Allan-Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VIII, pag. 113
Espírito Santo Neto,Francisco-Hammed-As Dores da alma, pag. 29 e 119
AMEMG-Porque Adoecemos, Novos horizontes do conhecimento espírita, pag.
52
Glaser,Abel-Caibar Schutel-Fundamento da Reforma Íntima, pag. 136
Livro dos Espíritos, questões 40,47,48,379,380,770,
Kardec,Allan- A Gênese, cap. XI
Camargo,Jason de-Educação dos Sentimentos, cap. 8