O Umbral - Por Espiritismo Capixaba
     
 
 
 
Resumo do Estudo sobre o Umbral
 
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André luiz nos fala de uma região purgatórial que o Espírito tem que atravessar depois de desencarnados e antes de atingir a verdadeira vida Espiritual.

Seria mais ou menos o purgatório dos Católicos romanos, embora com outras formas de purgação. O Livro "Memorias de um Suicida" em sua página 20, tras uma nota do "Assistente do Médium" na qual se confirma este ponto doutrinário, e acrescenta que este estágio é geralmente penoso, mas pode variar de algumas horas até de anos consecutivos, conforme o gênero de vida e o gênero de morte.

Não conhecemos mensagem que negue diretamente este ponto de Doutrina; Porque os nuumeros casos de Espíritos que desconhecem o seu estado de desencarnados e conservam a ilusão de vida material demonstram sempre um estado de sofrimento e pertubação mental que revela outra forma desse purgatório.

Os Espíritos Obssessores, consciente ou inconsciente todos são Espíritos sofredores, presos à terra e de modo algum atingiram a vida Espiritual normal e livre.

Os casos mais belos que conhecemos com o intercâmbio com os desencarnados, em se tratando de Espíritos de alto nivel Moral e Intelectual, desencarnados muito suavemente, após enfermidade suportada com muita paciência, falam-nos de um longo sono, do qual despertam entre amigos, em lugar aprazivel e de repouso.

Parece-nos, pois, que alguns Espíritos atravessam inconscientemente esse Umbral sem nenhuma impressão penosa. Estes seriam, porêm uma excessão, os mais perfeitos moralmente e desencarnados depois de esgotarem quase completamente a vitalidade animal a que se refere o "Assistente do Médium".

O Extremo Oposto: O Mais trágico sofrimento neste Umbral é dos suicidas, que ai permanecem geralmente tanto tempo quanto ainda lhes restavam de vida encarnada. Um jovem com vitalidade para 90 anos, podera ter esse inferno por 70 anos, e esses anos lhes parecerão séculos, pela ausência de repouso e de alegrias que tão rapidamente consomemm o tempo.

Fonte: Reformador - Dezembro 1956

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